30.6.11

descontinuidade

sentado no banco desconfortável da lanchonete, o futuro ali do lado, quis conversar. aqueles dois podiam ser personagens da mesa ao lado, mas ela piscou indicando que não. a mesa. quando se encontraram o assunto não poderia ter sido diferente: passos lentos, óculos, dores eventuais, como eu fumava..., um tipo de câncer causado pela nicotina. era um espelho quebrado. seria eu. ni lágrima. las obsesiones pueden cambiar, pero siguen siendo obsesiones. quantos quilômetros? hoje, apenas oito. média de 150bpm. trocar quilometragem por tempo. próxima semana, três horas. sem cinzas de cigarro, basta a fumaça dos escapamentos. algumas dores eventuais pelo excesso de exercícios, óculos, volta à calma. uma garrafa de água. natural. suco de laranja com beterraba, cenoura e acerola sem gelo sentado no banco desconfortável da lanchonete.

26.6.11

página 2

O cão do meu vizinho estorvou toda a noite. Zuladan pensava ser um lobo, uivou desesperado entrecortando meu sono. Calado, Zuladan! Uivou com raiva. De nada adiantava tentar fazê-lo calar. Era meio-dia e o cão ainda uivava, a escuridão da noite não era o problema. Zuladan queria se comunicar com alguém que não podia ouvi-lo. Experimentava angustiado toda a violência da solidão.

y se viene la segundita...

A ver si alguien se anima a componer
la "chacarera del descenso" para el River...

quem tem medo na mídia?

quem tem medo da "ley de medios"?

a resposta é um trocadilho incidental: quem tem, tem medios...





E agora, Dilma Roussef? Qual vai ser?

Gil faz 69

Parabéns, garoto! Continue sempre bem afinado!

23.6.11

c'est comme ça

les mots

J'ai commencé ma vie comme je la
finirai sans doute : au milieu des livres.
JEAN-PAUL SARTRE